FERNANDO NAKAGAWA E FABIO GRANER Agencia Estado
BRASÍLIA - A nova família de cédulas do real deve chegar às mãos dos brasileiros a partir de abril e maio. A estreia da nova família será com as notas de R$ 50 e R$ 100, cédulas que concentram cerca de 95% das falsificações do dinheiro brasileiro. A troca será feita gradualmente, conforme as notas velhas fiquem desgastadas e saiam de circulação. No primeiro semestre de 2011, começam a circular as novas notas de R$ 20 e R$ 10. Em dois anos, todas as notas terão suas novas versões na rua. A expectativa é de que 100% do dinheiro em circulação já seja da nova família em 2013 ou 2014.
A grande novidade das novas cédulas é o tamanho diferenciado. Quanto maior o valor da nota, maior será o papel. A de R$ 10 será do tamanho atual, de 13,5 centímetros por 6,5 centímetros. Notas menores serão um pouco mais estreitas, com 12,1 centímetros na de R$ 2 e 12,8 centímetros na de R$ 5. Nos dois casos, a altura da cédula será a atual.
A cédula de R$ 20 será um pouco maior que as atuais, com 14,2 centímetros de largura e os mesmos 6,5 centímetros de altura. As demais serão maiores na largura e também na altura: a nota de R$ 50 terá 14,9 centímetros por 7 centímetros e os R$ 100 serão impressos em 15,6 centímetros por 7 centímetros.
Por serem de tamanhos diferentes e com diversos novos elementos de segurança, a impressão dessas cédulas custa, na média, 28% mais que o valor atual. Segundo o chefe do Departamento de Meio Circulante do BC, João Sidney de Figueiredo, o BC paga R$ 168 para imprimir mil notas atuais. Agora, passará a pagar cerca de R$ 200 para imprimir o mesmo número de cédulas da nova família.
Ele acredita, porém, que o custo maior será compensado com o tempo, já que as cédulas novas terão uma vida útil 30% maior, segundo previsão do BC. O maior tempo de vida será resultado de um processo de "envernizamento" das cédulas que será feito após a impressão. Atualmente, notas de maior valor - R$ 20, R$ 50 e R$ 100 - circulam entre 2,5 anos e 3 anos. As de menor valor - de R$ 2 e R$ 5 - têm vida de até 1 ano, geralmente.
Exportação
O diretor de Administração do Banco Central, Anthero Meirelles, disse hoje que com a renovação do maquinário da Casa da Moeda, a empresa voltará a ser competitiva para produzir cédulas e moedas para outros países. Segundo ele, existe demanda para que a estatal brasileira exporte dinheiro, o que a Casa da Moeda não faz desde a segunda metade dos anos 80. "Com esses equipamentos, a Casa da Moeda pode imprimir moedas de qualquer País", disse Anthero.
O presidente da estatal, Luís Felipe Denucci, disse que a prioridade é conquistar mercados na América Latina, especialmente nos países do Mercosul que não têm casas da moeda próprias. Depois da América Latina, o foco será a África Subsaariana, com prioridade para países de língua portuguesa. No ano passado, a empresa lucrou R$ 330 milhões, segundo Denucci, e para 2010, embora evite fazer projeções, o executivo avalia que um resultado em torno de R$ 400 milhões já será bom.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
CIÊNCIAS CONTÁBEIS
O mercado de trabalho
A recente crise global mostrou como é importante o equilíbrio financeiro de empresas e instituições e quão sensível e interligado é o sistema econômico mundial. Dirigentes de grandes grupos sabem que é essencial demonstrar transparência em sua contabilidade, tanto para tranqüilizar acionistas quanto para melhorar a imagem dos negócios. Além disso, toda empresa, seja ela micro, pequena, média ou grande, precisa, por lei, de um contador responsável. Por todos esses motivos, a carreira de contabilista está em alta e até tem atraído para os bancos dos cursos de Ciências Contábeis graduados em outras áreas. Segundo o Conselho Federal de Contabilidade, há quase 400 mil contabilistas ativos no Brasil e, conforme o registro mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de2006, o país abriga 5,7 milhões de empresas. Se cuidar das contas de uma delas fosse a única opção para o profissional, haveria cerca de 14companhias para cada contador. Mas existem outros caminhos aquecidos. O setor público é um deles. "Nesse caso, a maior procura é para as áreas de controladoria e auditoria", explica Wagner Rodrigues dos Santos, coordenador da graduação em Ciências Contábeis da Universidade de Brasília (UnB), lembrando que a contratação por órgãos federais, estaduais ou municipais sempre se dá por meio de concurso público. Outra possibilidade está no terceiro setor, na prestação de contas das organizações não governamentais, que segue regimentos específicos, dominados ainda por poucos especialistas. Também são escassos os formados que se dedicam à pesquisa e à docência, o que mantém em alta a procura por contabilistas para ministrar aulas no ensino superior.Nas capitais, as maiores oportunidades e salários estão nas grandes e médias empresas,incluindo instituições financeiras e multinacionais,enquanto no interior há mais vagas em escritórios de contabilidade. Para o autônomo,existem boas perspectivas em todo o país, e só podem atuar os profissionais cadastrados no Conselho Regional de Contabilidade.
A recente crise global mostrou como é importante o equilíbrio financeiro de empresas e instituições e quão sensível e interligado é o sistema econômico mundial. Dirigentes de grandes grupos sabem que é essencial demonstrar transparência em sua contabilidade, tanto para tranqüilizar acionistas quanto para melhorar a imagem dos negócios. Além disso, toda empresa, seja ela micro, pequena, média ou grande, precisa, por lei, de um contador responsável. Por todos esses motivos, a carreira de contabilista está em alta e até tem atraído para os bancos dos cursos de Ciências Contábeis graduados em outras áreas. Segundo o Conselho Federal de Contabilidade, há quase 400 mil contabilistas ativos no Brasil e, conforme o registro mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de2006, o país abriga 5,7 milhões de empresas. Se cuidar das contas de uma delas fosse a única opção para o profissional, haveria cerca de 14companhias para cada contador. Mas existem outros caminhos aquecidos. O setor público é um deles. "Nesse caso, a maior procura é para as áreas de controladoria e auditoria", explica Wagner Rodrigues dos Santos, coordenador da graduação em Ciências Contábeis da Universidade de Brasília (UnB), lembrando que a contratação por órgãos federais, estaduais ou municipais sempre se dá por meio de concurso público. Outra possibilidade está no terceiro setor, na prestação de contas das organizações não governamentais, que segue regimentos específicos, dominados ainda por poucos especialistas. Também são escassos os formados que se dedicam à pesquisa e à docência, o que mantém em alta a procura por contabilistas para ministrar aulas no ensino superior.Nas capitais, as maiores oportunidades e salários estão nas grandes e médias empresas,incluindo instituições financeiras e multinacionais,enquanto no interior há mais vagas em escritórios de contabilidade. Para o autônomo,existem boas perspectivas em todo o país, e só podem atuar os profissionais cadastrados no Conselho Regional de Contabilidade.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Equipe pede paciência à torcida rubro-negra
O tempo para se preparar é pequeno, o grupo perdeu jogadores importantes em negociações e lesões. O cenário não é dos melhores neste início de 2010 para os atuais campeões brasileiros e estaduais. Por isso, os jogadores e comissão técnica do Flamengo pedem calma à torcida rubro-negra. Todos têm certeza de que o time será competitivo e irá lutar por títulos, mas sabem também que a equipe pode demorar um pouco para se entrosar da melhor forma possível.
Com Airton, Everton e Zé Roberto negociados, enquanto Adriano, Petkovic e Leonardo Moura ainda são dúvidas, por causa de lesões e questões físicas, o técnico Andrade tem sob seu comando menos de metade do time titular que venceu o Campeonato Brasileiro de 2009. Além de o fato do zagueiro Ronaldo Angelim ainda não ter renovado seu contrato. Por isso, o comandante assume a preocupação.
"É um pouco preocupante, porque não sabemos se vamos contar com o Adriano, o Pet ainda não chegou, e o Angelim não renovou ainda. Fora os jogadores que saíram. Conquistamos dois títulos no ano passado e a pressão esse ano vai ser ainda maior. Temos que estar preparados. O ideal era que todo o grupo estivesse aqui treinando junto, mas infelizmente não vai ser possível", lamentou o treinador, que apesar disso, segue otimista para a temporada.
Segundo Andrade, o Flamengo vai levar um pouco mais de tempo para adquirir as mesmas condições físicas de outras equipes, portanto, o importante será jogar com a cabeça no lugar, sem afobação. O técnico aponta ainda sua maior dificuldade: encontrar um parceiro ideal para Adriano.
"Tenho certeza de que o Fla será um time competitivo, como foi no ano passado. Temos que entender que é importante jogar com inteligência neste início de temporada Não vamos estar com a mesma condição física das outras equipes e precisamos entender. Vejo o nosso grupo equilibrado, mesmo com os desfalques. Hoje, a minha maior dificuldade é escolher o parceiro do Adriano. Vou observar e avaliar os atacantes para ver a melhor opção", analisou.
O comandante tem o apoio do grupo em suas declarações. O volante Toró concorda que o grupo perdeu peças impoo é o time a ser batido, por isso temos que nos preparar. Aqui não existe relaxamento. é sempre vencer e fazer o melhor. A cobrança sempre foi e sempre será grande; A torcida quer titulo todo ano, mas peço um pouco de paciência neste início de temporada. Todo mundo vai se empenhar ao máximo, mas os jogos não vão ser fáceis", encerrou.rtantes, mas ressalta o esforço da diretoria para contratar reforços e também a importância da manutenção da base campeã. Para Toró, o Flamengo tem um diferencial: a raça.
"Os que saíram vão fazer falta, mas temos que ter tranqüilidade. Nesse início de temporada, a vontade vai ser muito importante. Temos que superar a falta de ritmo e treinamento com garra e raça. Sabemos que o Flamengo é o time a ser batido, por isso temos que nos preparar. Aqui não existe relaxamento. é sempre vencer e fazer o melhor. A cobrança sempre foi e sempre será grande; A torcida quer titulo todo ano, mas peço um pouco de paciência neste início de temporada. Todo mundo vai se empenhar ao máximo, mas os jogos não vão ser fáceis", encerrou.
Com Airton, Everton e Zé Roberto negociados, enquanto Adriano, Petkovic e Leonardo Moura ainda são dúvidas, por causa de lesões e questões físicas, o técnico Andrade tem sob seu comando menos de metade do time titular que venceu o Campeonato Brasileiro de 2009. Além de o fato do zagueiro Ronaldo Angelim ainda não ter renovado seu contrato. Por isso, o comandante assume a preocupação.
"É um pouco preocupante, porque não sabemos se vamos contar com o Adriano, o Pet ainda não chegou, e o Angelim não renovou ainda. Fora os jogadores que saíram. Conquistamos dois títulos no ano passado e a pressão esse ano vai ser ainda maior. Temos que estar preparados. O ideal era que todo o grupo estivesse aqui treinando junto, mas infelizmente não vai ser possível", lamentou o treinador, que apesar disso, segue otimista para a temporada.
Segundo Andrade, o Flamengo vai levar um pouco mais de tempo para adquirir as mesmas condições físicas de outras equipes, portanto, o importante será jogar com a cabeça no lugar, sem afobação. O técnico aponta ainda sua maior dificuldade: encontrar um parceiro ideal para Adriano.
"Tenho certeza de que o Fla será um time competitivo, como foi no ano passado. Temos que entender que é importante jogar com inteligência neste início de temporada Não vamos estar com a mesma condição física das outras equipes e precisamos entender. Vejo o nosso grupo equilibrado, mesmo com os desfalques. Hoje, a minha maior dificuldade é escolher o parceiro do Adriano. Vou observar e avaliar os atacantes para ver a melhor opção", analisou.
O comandante tem o apoio do grupo em suas declarações. O volante Toró concorda que o grupo perdeu peças impoo é o time a ser batido, por isso temos que nos preparar. Aqui não existe relaxamento. é sempre vencer e fazer o melhor. A cobrança sempre foi e sempre será grande; A torcida quer titulo todo ano, mas peço um pouco de paciência neste início de temporada. Todo mundo vai se empenhar ao máximo, mas os jogos não vão ser fáceis", encerrou.rtantes, mas ressalta o esforço da diretoria para contratar reforços e também a importância da manutenção da base campeã. Para Toró, o Flamengo tem um diferencial: a raça.
"Os que saíram vão fazer falta, mas temos que ter tranqüilidade. Nesse início de temporada, a vontade vai ser muito importante. Temos que superar a falta de ritmo e treinamento com garra e raça. Sabemos que o Flamengo é o time a ser batido, por isso temos que nos preparar. Aqui não existe relaxamento. é sempre vencer e fazer o melhor. A cobrança sempre foi e sempre será grande; A torcida quer titulo todo ano, mas peço um pouco de paciência neste início de temporada. Todo mundo vai se empenhar ao máximo, mas os jogos não vão ser fáceis", encerrou.
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