domingo, 22 de novembro de 2009

Bororó pode virar nome de rua em Santa Cruz

As propostas dos moradores de Santa Cruz para prestar uma homenagem ao morador de rua Manoel Pedro da Conceição, o Bororó — encontrado morto com dois tiros em uma lixeira, em 19 de outubro — estão próximas de virar realidade. A subprefeitura da Zona Oeste pretende batizar uma rua ou uma praça do bairro onde o mendigo viveu e morreu com o nome de Bororó.

O subprefeito da região, Edmar Teixeira, disse que, assim que soube do assassinato do morador de rua, pensou em como poderia prestar-lhe uma homenagem. Os pedidos dos moradores o levaram a decidir colocar a proposta em prática:

— É uma homenagem mais do que merecida. Havia pensado em nome de escola ou posto de saúde, mas acho que o nome de rua se encaixaria muito bem.



É MUITA CARA DE PAU deste SUB-prefeitinho vir agora “prestar uma homenagem” a um homem que ficou ABANDONADO nas ruas e sarjetas do município, à mercê da FOME, das DOENÇAS e da VIOLÊNCIA que por fim o vitimou.

E este energúmeno ainda pensou em “batizar” uma ESCOLA ou um POSTO DE SAÚDE com o nome do mendigo…
Mas talvez fosse mais apropriado, pois seria uma LIÇÃO para as crianças da escola do DESTINO que receberiam do estado e da prefeitura no futuro, caso venham a ficar à mercê dos cuidados estatais.

E a POPULAÇÃO? Os moradores “ilustres” que NADA FIZERAM para retirar aquele SER HUMANO do estado lamentável em que se encontrava, mas que se “articulam” para solicitar a “homenagem” duvidosa?

Vivemos em uma DEMOcracia de HIPÓCRITAS, de transgressores da Lei que se travestem de cidadãos quando lhe convém, ostentando uma postura “politicamente correta” quando vêem um microfone ou uma câmera de jornais à sua frente.

Melhor HOMENAGEM poderiam prestar os POLICIAIS, resolvendo o homicídio deste POBRE HOMEM e colocando na cadeia seus assassinos, muitos dos quais provavelmente estarão entre aqueles que vão assinar o “abaixo assinado” pela DUVIDOSA HOMENAGEM.

Quando leio tais absurdos fico me perguntando: SERÁ QUE UM DIA ESTA VERGONHA IRÁ SE TORNAR UM PAÍS?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Vem de ti Senhor

Não tenho palavras pra agradecer tua bondade
Dia após dia me cercas com fidelidade
nunca me deixes esquecer
Que tudo o que tenho
Tudo o que sou
O que vier a ser
Vem de Ti Senhor

Dependo de Ti
Preciso de Ti
Sozinho, nada posso fazer.
Descanso em Ti
Espero em Ti
Sozinho, nada posso fazer.

tudo o que tenho
Tudo o que sou
O que vier a ser
vem de Ti Senhor.

domingo, 25 de outubro de 2009

Piada!

O marido e a mulher foram ao hospital para terem um bebê. Chegando lá, o médico disse que tinha inventado uma máquina que dividiria as dores do parto com o pai da criança. Perguntando se eles queriam experimentar o novo invento, de pronto obteve aceitação do casal. O médico regulou a máquina para transferir somente 10% da dor para o pai, dizendo que seria o bastante, porque sendo um homem, não poderia suportar mais do que isso. A mulher começou o trabalho de parto e o marido estava se sentindo muito bem. Assim resolveram aumentar a taxa da dor para 20%. O marido continuavabem. O médico intrigado mediu a pressão conferiu o coração e tudo estava normal. Assim, resolveu ir aos 50%. Depois de um tempo, o bebê estava quase nascendo, e como o marido continuava bem, resolveram transferir a dor do parto 100% para o marido e proporcionar à mulher um parto sem dor. A mulher teve o bebê sem dor. Ela e o marido estavam sentindo-se muito bem. Ao chegarem em casa, encontraram o carteiro morto na varanda!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Pérolas da PM de SP

1-'O veículo, durante o acidente, teve amassamento no pára-choques e nos pára-lamas dianteiros, sendo quem não pudemos colher melhores dados, devido à vítima haver fugido a 'galope'.
(Hã? Era um atropelamento de cavalo, ou a vítima fugiu a cavalo ?).

2-'O cadáver apresentava sinais de estar morto.'
(Ufa , ainda bem! Senão o defunto ia levantar e dançar TRILLER!)

3-'O condutor foi preso em flagrante por estar dirigindo em velocidade 'incombatível' com o local.'
(O que pensar...?)

4-'Foi encontrado na cena do crime: duas latas de cera 'Odd' e uma lata de cera 'PPO'...
(Uma das latas estava de cabeça para baixo! Jumento! Fala sério!!!).

5-'Ocorreu um 'abarroamento de pessoas'. 'Os conduzidos, além da algazarra, ainda xingavam a todos com palavra de baixo 'escalão'.
(Bom...no nosso país, tudo é uma questão de escalão!)

6-'Demos cobertura à ambulância na condução de um 'débito mental' até o Pronto socorro.
(Vc já pode imaginar quem está com débito mental ?!)

7-'O condutor do veículo colocava em risco a segurança das pessoas, pois estava dando 'cavalo de Paulo' na rua'
(Que Paulo... quem é o Paulo...chama o Paulo , vai !?)

8-'Chegando ao local, encontramos a vítima caída ao solo, aparentando ter cometido um 'homicídio contra si mesmo'
(Esse aí acredita em reencarnação, hein?)'

9-'Formava uma 'língua de fogo que lavava a rua'
( deve ser a língua do Gene Simmons, do Kiss...!!!)

10-'O cidadão machucou o 'membro do rosto'.'
( Alguém conhece esse membro ??)

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

PRIMEIRAS COMPETIÇÕES, VITÓRIAS E MUDANÇAS

A preocupação com o nacionalismo foi marcante no início do Flamengo. Primeiramente, a denominação de grupo, ao invés de clube, palavra estrangeira. Depois, com a aquisição de novos barcos ao longo dos anos, a origem dos nomes foi a indígena (Aymoré, Iaci e Irerê) ao invés dos antigos, derivados do grego (Pherusa e Scyra).
Mas foi com a Scyra mesmo que o Flamengo entrou em sua primeira competição. Um fiasco, causado pela inexperiência dos seus remadores, que comeram um bacalhau à portuguesa com vinho verde antes da disputa. O barco bateu na baliza de sinalização, a tripulação enjoou e, no fim, a embarcação do Botafogo rebocou a Scyra. Passado o primeiro vexame, o Flamengo começou a competir, mas só conseguiu chegar em segundo e terceiro lugar. Por isso, foi logo chamado de Clube de Bronze.
A primeira vitória veio no dia 5 de julho de 1898, na I Regata do Campeonato Náutico do Brasil, com Irerê, uma baleeira a dois remos. Nesta época, o Flamengo já reunia seguidores de todas as classes sociais, dos intelectuais, passando pelas famílias tradicionais, até os empregados de comércio, todos torcedores fanáticos do grupo. As mocinhas que caminhavam na praia do Russel acabam sempre no número 22 e a sede do Flamengo ficou conhecida como a "República da Paz e do Amor".
Antes um pouco, em 23 de novembro de 1896, uma das mudanças mais significativas na história do Flamengo. Como as camisas do uniforme, listradas nas cores azul e ouro, eram importadas da Inglaterra e desbotavam com facilidade devido ao sol e ao mar das competições do remo, Nestor de Barros propôs que elas fossem para vermelha e preta. Junto com a mudança das cores e o crescimento do Flamengo, veio a transformação de Grupo em Clube, sugerida pelo poeta e cronista Mário Pederneiras. Estava definitivamente concretizado o amor rubro-negro pelo Clube de Regatas do Flamengo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Gênese no Remo(1895 a 1902)

O Flamengo já nasceu com a garra e o espírito vencedor.A idéia da criação de um grupo organizado de remo surgiu em bate-papos de jovens do bairro no Café Lamas, no Largo do Machado. O objetivo era entrar na disputa com clubes de outros bairros, como o de Botafogo, que já atraíam a atenção das mocinhas da época.
Jovens remadores - José Agostinho Pereira da Cunha, Mário Spindola, Nestor de Barros, Augusto Lopes, José Félix da Cunha Meneses e Felisberto Laport - resolveram comprar um barco. O escolhido foi um já velho, porém adequado às finanças disponíveis. Cotizaram o dinheiro, adquiriram o primeiro patrimônio, que foi nomeado de Pherusa, e fizeram uma reforma completa para utilizá-lo.

No dia 6 de outubro, os jovens, mais Maurício Rodrigues Pereira e Joaquim Bahia, foram dar a primeira volta com o barco. Saíram da Ponta do Caju, na praia de Maria Angu (atual Ramos), de tarde. Mesmo com o tempo ameaçador no céu, Mário Spindola dirigiu rumo à praia do Flamengo. Então, o primeiro grande desafio do grupo surgiu. O forte vento virou a embarcação e os náufragos tiveram que se segurar no que restou da Pherusa.
Joaquim Bahia, excelente nadador, saiu até a praia em busca de ajuda. Mas a chuva cessou e logo apareceu um outro barco, o Leal, de pescadores da Penha, e fez o resgate dos jovens e da Pherusa. A preocupação passou a ser Bahia, que depois de quatro horas chegaria à praia, tornando-se o primeiro herói do Flamengo.
A recuperação de Pherusa foi iniciada novamente. Quando ela já estava quase pronta, foi roubada e nunca mais vista. Mas o entusiasmo em fundar um grupo de regatas não desapareceu. Os jovens decidiram comprar outro barco. George Lenzinger, José Agostinho, José Félix e Felisberto Laport entraram na história, juntaram o dinheiro necessário e compraram o Etoile, de Luciano Gray, logo batizado de Scyra e registrado na Union de Canotiers.
Na noite de 17 de novembro de1895, no casarão de Nestor de Barros, número 22 da Praia do Flamengo, onde era guardada a Pherusa e depois a Scyra, foi fundado o Grupo de Regatas do Flamengo e, com ele, eleita a sua primeira diretoria: Domingos Marques de Azevedo, presidente; Francisco Lucci Colás, vice-presidente; Nestor de Barros, secretário; Felisberto Cardoso Laport, tesoureiro.
Destacados ainda como sócio-fundadores, José Agostinho Pereira da Cunha, Napoleão Coelho de Oliveira, Mário Spíndola, José Maria Leitão da Cunha, Carlos Sardinha, Eduardo Sardinha, José Felix da Cunha Menezes, Emygdio José Barbosa (ou Emygdio Pereira, ou ainda Edmundo Rodrigues Pereira, há controvérsias) Maurício Rodrigues Pereira, Desidério Guimarães, George Leuzinger, Augusto Lopes da Silveira, João de Almeida Lustosa e José Augusto Chalréo, sendo que os três últimos faltaram à reunião, mas assinaram a ata dias depois e receberam o título.
No encontro, foi acordado que a data oficial seria a de 15 de novembro, pois no aniversário do Flamengo sempre seria feriado nacional (Dia da Proclamação da República), e que as cores oficiais seriam azul e ouro, em largas listras horizontais.
No dia 6 de outubro, os jovens, mais Maurício Rodrigues Pereira e Joaquim Bahia, foram dar a primeira volta com o barco. Saíram da Ponta do Caju, na praia de Maria Angu (atual Ramos), de tarde. Mesmo com o tempo ameaçador no céu, Mário Spindola dirigiu rumo à praia do Flamengo. Então, o primeiro grande desafio do grupo surgiu. O forte vento virou a embarcação e os náufragos tiveram que se segurar no que restou da Pherusa.
Joaquim Bahia, excelente nadador, saiu até a praia em busca de ajuda. Mas a chuva cessou e logo apareceu um outro barco, o Leal, de pescadores da Penha, e fez o resgate dos jovens e da Pherusa. A preocupação passou a ser Bahia, que depois de quatro horas chegaria à praia, tornando-se o primeiro herói do Flamengo.
A recuperação de Pherusa foi iniciada novamente. Quando ela já estava quase pronta, foi roubada e nunca mais vista. Mas o entusiasmo em fundar um grupo de regatas não desapareceu. Os jovens decidiram comprar outro barco. George Lenzinger, José Agostinho, José Félix e Felisberto Laport entraram na história, juntaram o dinheiro necessário e compraram o Etoile, de Luciano Gray, logo batizado de Scyra e registrado na Union de Canotiers.
Na noite de 17 de novembro de1895, no casarão de Nestor de Barros, número 22 da Praia do Flamengo, onde era guardada a Pherusa e depois a Scyra, foi fundado o Grupo de Regatas do Flamengo e, com ele, eleita a sua primeira diretoria: Domingos Marques de Azevedo, presidente; Francisco Lucci Colás, vice-presidente; Nestor de Barros, secretário; Felisberto Cardoso Laport, tesoureiro.
Destacados ainda como sócio-fundadores, José Agostinho Pereira da Cunha, Napoleão Coelho de Oliveira, Mário Spíndola, José Maria Leitão da Cunha, Carlos Sardinha, Eduardo Sardinha, José Felix da Cunha Menezes, Emygdio José Barbosa (ou Emygdio Pereira, ou ainda Edmundo Rodrigues Pereira, há controvérsias) Maurício Rodrigues Pereira, Desidério Guimarães, George Leuzinger, Augusto Lopes da Silveira, João de Almeida Lustosa e José Augusto Chalréo, sendo que os três últimos faltaram à reunião, mas assinaram a ata dias depois e receberam o título.
No encontro, foi acordado que a data oficial seria a de 15 de novembro, pois no aniversário do Flamengo sempre seria feriado nacional (Dia da Proclamação da República), e que as cores oficiais seriam azul e ouro, em largas listras horizontais
.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Toda mulher é doida. Impossível não ser. Nascemos com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder de sedução para encontrar the big one, aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo? Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos. Todas as mulheres estão dispostas a abrir a janela, não importa a idade que tenham. Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota. Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada ? Impossível !